Ir direto para o conteúdo

Você está vendo os artigos na categoria “Pets Trip”

Viajando para os EUA, por Paula Tanaka Camara (e Milo)

A Paula, que é chef e dona dos ótimos blogs Cozinhando Sempre e o 50th e 8th (sobre NYC) adora viajar e já teve várias experiências de viagens com o cachorrinho dela, o Milo (na foto abaixo). Ela nos escreveu contando como foram essas experiências. Obrigada por compartilhar com a gente, Paula!

“Vamos lá: sei bem como é essa aflição pré-embarque de cachorros. As informações são muito ruins e desencontradas, mas os procedimentos não são tão complicados.

Brasil -> EUA

1. No máximo 8 dias antes da viagem, passe por um veterinário para pegar um atestado de saúde. O meu vet foi recomendado por um cara que levava e trazia cachorros EUA-Brasil, então ele já tinha um formulário pronto e sabia tudo que precisavam, mas basicamente precisa de espécie, data de nascimento, nome, e escrito que ele não tem doenças parasitárias, não tem miíases, está apto a viajar e recebeu a vacina no dia XX.

2. Leve o atestado de vacina (ou carteirinha) + atestado do veterinário para o terminal de Cargas do Aeroporto de Guarulhos, no Setor Ministério da Agricultura – Serviço de Sanidade Animal. Se você não é de São Paulo, procure o mesmo posto no aeroporto mais próximo, pelo site. Dá uma olhada em www.agricultura.com.br -> vigilância agropecuária -> orientações para viajar com seu animal. Não precisa levar o cachorro! Só basta o documento de um veterinário brasileiro atestando a saúde do animal e o comprovante de vacina. Esse atestado do veterinário pode ser feito no máximo 3 dias antes da ida ao Ministerio da Agricultura. La é só preencher uns documentos e pronto, sai tudo na hora.

3. Tenha todos os atestados de vacina e etc em mãos sempre.

4. Você sempre tem passar na fila do “coisas a declarar” e preencher as fichas tanto no Brasil como nos EUA que você tem um animal. Geralmente só olham as fichas e pronto. Uma vez me perguntaram se eu tinha ração, mas eu não tinha nada, só uns biscoitos pra ele e ninguém encrencou.

5. Para ele voar: O vet do Milo recomenda parar a comida na noite da véspera e água algumas horas antes. Dizem que não pode andar com o cachorro fora da sacolinha no aeroporto. Eu confesso que não tentei, até tentei levar uns tapetinhos de xixi pro Milo e levei ele ao banheiro, mas ele não fez nada nas 17 horas (desde o momento que saimos de casa até nosso destino). Ele ficou numa boa, só precisa hidratar bem quando chegar, mas ele aguentou firme, não chorou, não precisou de sonífero nem nada. Durante o vôo, tenha um cobertor pra ele, pois a companhia aérea não vai dar e pode ficar frio. Na Continental, quando fui pro Brasil, ele foi o tempo todo dentro da caixa no meu colo. Quando fui Nova York – San Francisco, me pediram para colocá-lo embaixo do banco da frente somente durante pouso e decolagem. Ele estranha um pouco, mas nada demais. Tenho sempre uns 2 biscoitos duros e uma banana pra ele, e geralmente 1 hora antes do pouso, dou um pouquinho de água.

EUA->Brasil

1. 10 dias antes da viagem o cachorro precisa ser levado ao veterinário. Ele dará um atestado que diz que o animal está em condições de viajar e vai preencher o formulário 7001, além de um atestado da última vacina de rabbis, com lote e data de aplicação, que tem que ser no máximo com 1 ano de antecedência e mínimo 1 mês antes da viagem.

2. Pegue todos esses formulários + money order de $35 (money order: vá com $35 em dinheiro a qualquer banco e peça isso) e coloque em um envelope para o USDA office mais perto. O meu (eu estava em NY) era em Albany, mas dá uma olhada onde são os outros:

- site: http://www.aphis.usda.gov/
- import and export: http://www.aphis.usda.gov/import_export/index.shtml
- de animais: http://www.aphis.usda.gov/regulations/vs/iregs/animals/
- para o brasil: http://www.aphis.usda.gov/regulations/vs/iregs/animals/animal_brazil.shtml

Como diz no primeiro parágrafo, não precisa consularizar o documento. Pode ficar tranquila, que não precisa mesmo (antes precisava). No final dessa mesma página, tem um pdf de informações para exportação de cachorros e gatos.

Eu mando tudo por Fedex next day. Coloco todos os documentos num envelope do Fedex, pago um outro envelope e coloco dentro, assim o USDA envia os documentos de volta pra mim. Se não fizer isso, vai por USPS, sem tracking nem nada. Não recomendo!

Aí, é só viajar! Faça o check in com antecedência. Eu chego tipo 4 horas antes do vôo, pois as pessoas nunca sabem bem como são os procedimentos, chama gerente, uma confusão. Leve TODOS os papéis organizados. Eu levo impresso as recomendações do site do USDA para mostrar para os funcionários da companhia aérea.

A caixinha que eu tenho é da Sherpa, mas já vi diferentes caixas, e o tamanho permitido varia dependendo da companhia aérea. Eu uso uma que comprei em NY da marca Sherpa, que foi super bem recomendada, e o Milo gosta bastante dela! Quando vamos para o sítio, levamos a caixinha e ele dorme tranquilo ali. Uma outra dica: antes de viajarmos de avião, eu levava o Milo nessa sacola e andava de metrô com ele. Não sei se dá para fazer isso em São Paulo, mas eu fazia em NY, para ele se acostumar com barulhos, cheiros, pessoas estranhas… Acho que ajudou também. Você que tem bichano também sabe como a gente faz de tudo pelo bem deles, né?!

Boa sorte! Parece muito menos complicado do que tudo isso, viu.”

Margot na Folha de SP

O acidente ocorrido com a Margot em dezembro durante voo com a Tam, hoje ganhou as páginas da Folha de SP. O caso do cachorro Pinpoo, que ficou nacionalmente famoso, também aparece na matéria e serve de alerta para os donos de cachorros que querem viajar. Se as companhias aéreas não respeitam nem nós, imagine os cachorros. Depois de ouvir vários relatos aqui, decidi: viagem de avião com a Margot, nunca mais!

O link para a matéria está aqui.

Veja mais sobre viagens com cachorro no Inquietos.

Viajando de avião com seu pet – o desembarque

Viajando de avião com seu pet – o embarque

Viajando de avião com seu pet – cuidados antes de embarcar

Viajar (ou não) com animal de estimação

Viajando de avião com seu pet – o desembarque

Antes de tudo, eu gostaria de falar que não gosto de “lavar roupa suja” através de meu blog. Mas dessa vez, me sinto na obrigação de alertar a todos sobre o ocorrido, afinal não estamos falando de uma mala roubada ou uma cobrança indevida – que também merecem respeito e respostas -  mas estamos falando de um ser vivo.

Até o embarque da Margot estava tudo mais que perfeito e nosso voo saiu dentro do horário previsto. Chegamos no Aeroporto Salgado Filho e fomos os primeiros a desembarcar. Mas aí demoraram para trazer a Margot. Vieram dois carregamentos de malas e nada dela chegar. Para quem não conhece, o setor de desembarque do aeroporto Salgado Filho é todo de vidro e você consegue acompanhar toda a movimentação lá fora. Eu fiquei ao lado da porta onde eles descarregam cargas vivas e/ou frágeis. De repente, eu vejo a Margot chegando e levo um susto tão grande que até a mulher ao meu lado percebe.

A cena era a seguinte: dois funcionários, um carregando o kennel da Margot danificado e outro carregando a Margot com as mãos. Me entregaram a cachorra e eu fiquei tão atordoada, que só queria ver se ela estava bem. Ela estava estressada e inquieta. No meio daquilo eles começaram a falar algo sobre o kennel e eu nem prestei atenção, pois estava preocupada mesmo com ela. Quando percebi, os dois funcionários já não estavam mais ali. Fiz um sinal para o Vinicius que estava pegando nossas malas na esteira e saí para a rua. Tudo que eu queria era tirá-la daquele ambiente. Muito amadoramente, não abri nenhuma reclamação naquele momento.

Abaixo vocês podem ver como eu entreguei a Margot e como me devolveram ela.

Por sorte, ela estava bem, sem nenhum arranhão. Mas o que aconteceu? Ela viajou solta dentro do avião? O kennel caiu no desembarque? Por que a porta – que é super difícil de remover – caiu? Por que todas aquelas fitas adesivas da Tam? Muitas perguntas e nenhuma resposta.

No dia seguinte, liguei para o Fale com o presidente, abri um processo pedindo uma explicação sobre o ocorrido e recebi a resposta mais cretina do mundo. Até então eu estava calma. Quando (não) me responderam e deram o caso por encerrado sem nem ao menos me pedir desculpas, meu sangue ferveu. Em nenhum momento pedi ressarcimento pelo kennel, apenas queria uma explicação para o ocorrido. É pedir muito? Eles alegam que não consta nada no aeroporto. Ou seja, eles são mais irresponsáveis do que pensei, pois nem registraram um acidente com uma carga viva.

Eu não tenho muitas esperanças de saber o que realmente aconteceu, especialmente com o tratamento que a Tam está nos dando até agora. Para mim, a pior parte é saber que ainda tenho que voltar de avião com a Margot para São Paulo. Eu acredito que muitos cachorros são transportados diariamente sem maiores problemas e que esta deve ter sido uma exceção – eu realmente espero que tenha sido uma exceção – mas se antes eu já estava preocupada, imaginem agora.

Resposta da Tam

“Prezada Sra. Priscila,

Tomei conhecimento do seu telefonema ao serviço Fale com o Presidente e soube do fato ocorrido com o kennel de seu cão de estimação quando de seu voo JJ3849, São Paulo/Porto Alegre, em 18/12.

É importante esclarecer que qualquer irregularidade observada na bagagem deve ser reportada a um funcionário da TAM no ato do desembarque para que seja preenchido um Relatório de Irregularidade de Bagagem (RIB) que permitirá a adoção de todas as providências necessárias por parte da companhia.
A TAM tem reforçado sua equipe de funcionários nos desembarques justamente para que o Cliente conheça os procedimentos adotados pelas companhias aéreas e não encontre dificuldades para buscar auxílio de nossas equipes.

Infelizmente, sem a abertura do RIB no desembarque, não é possível iniciar um processo de indenização.

Conto com a sua compreensão e aproveito a oportunidade para expressar nossos votos de um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de boas realizações.
Atenciosamente,
Líbano Barroso
Presidente”

Vai viajar de avião com seu pet? Leia também:

Cuidados com o cão antes do embarque

Passo-a-passo do embarque de cães

Viajando de avião com seu pet – o embarque

Após todos os cuidados pré-embarque que relatamos no post anterior, finalmente chegou o dia da primeira viagem de avião da Margot (e provavelmente a última). Eu nem imaginava o que estava por vir.

Vou contar o passo-a-passo de todos os acontecimentos, pois senti muita falta de um relato assim antes da minha viagem. É um pouco chato, mas para quem está levando um cachorro pela primeira vez, ajuda bastante a baixar a ansiedade.

Já no táxi, levamos a Margot dentro da caixa de transporte, para que ela fosse se acostumando com a aventura. Chegamos no aeroporto e fomos para o check-in da Tam. Fomos atendidos com tratamento vip e nos colocaram numa fila especial. O funcionário foi super tranquilo e paciente, respondeu todas minhas perguntas (muitas eu já sabia a resposta mas perguntei novamente para ter certeza).  Foi ele que fez a conferência de todos os documentos, a pesagem, colocou um adesivo informando que a caixa continha carga viva. Pedi que nos colocassem em poltronas na frente da aeronave, já que os cachorros são os primeiros a serem liberados na carga e eu queria desembarcar cedo para recebê-la. O funcionário conseguiu nos acomodar na primeira fileira. :)

Então nos direcionou para a loja da Tam para fazer o pagamento da passagem da Margot. O pagamento da passagem do animal é feito na hora do embarque, pois depende da pesagem do animal e do kennel. É a soma desses dois itens que determina o preço. O valor para levar o cachorro é R$90,00 + 0,5% tarifa cheia x peso do animal. No caso da Margot o cálculo foi assim:

R$ 1.388,00 tarifa cheia —> para cálculo do transporte, eles usam 0,5% desse valor, que é 6,94
R$ 6,94 multiplicado por 14kg (soma do cachorro + kennel) = R$ 97,16
R$ 90,00 taxa de transporte
TOTAL= R$ 187,16

Nesse momento já poderíamos ter deixado a Margot sob responsabilidade da Tam, mas como ainda faltava bastante tempo para nosso voo, pedimos para ficar com ela e o funcionário permitiu, o que mais uma vez me deixou satisfeita.

Quando faltava 45 minutos para nosso voo, entregamos a Margot para a Tam. Um segundo funcionário veio especialmente para buscá-la. Eu alertei que não a deixasse em nenhum local muito quente e mais uma vez me tranquilizaram: o local onde os cachorros aguardam é bem fresco, em geral, é mais provável que o cachorro fique com frio, especialmente num dia como aquele que tinha bastante vento. Pelo que entendi, eles ficam numa área coberta, mas aberta nas laterais.

E fomos para nosso portão de embarque. Até aí tudo bem, tão bem que elogiei pelo twitter. O passo-a-passo resumido do embarque:

1. Procurar o check-in da companhia aérea.

2. Verificar documentos e pesagem do animal.

3. Efetuar o pagamento da passagem do animal na loja da companhia aérea.

4. Entregar o animal para custódia da companhia aérea..

Vai viajar com seu pet? Leia também:

Cuidados antes de embarcar

O desembarque – e a quase tragédia

Viajando de avião com seu pet – antes de embarcar

Geralmente quando viajamos deixamos a Margot no hotel para cachorros. Nas primeiras duas viagens ela voltou mais magra, sem energia, muito triste e com carrapatos (eca!). Mudamos de hotel e ela voltou completamente diferente: mais gordinha, feliz e limpinha, nem parecia que tinha ficado longe de nós. Mas dessa vez era uma viagem por um período longo com um voo de curta duração e como ficaríamos na casa de nossos pais, decidimos levar a pequena canina junto. E já que além de “mãe” de cachorro sou blogueira, aproveitei para levantar o maior número de informações possíveis para dividir com vocês.

Este era pra ser um post breve e feliz. Porém o que começou bem, por pouco não virou uma tragédia. E como a história é longa, vou dividir em etapas – a começar pela parte boa.

O procedimento para levar um cachorro no avião – nas viagens nacionais, que fique claro – não é complicado. Mesmo assim, eu liguei inúmeras vezes para a Tam para tirar minhas dúvidas. Em geral costumo fazer isso quando sou atendida por call center: ligo muitas vezes para testar todas as respostas e ter certeza que são consistentes. Em todas as vezes eles foram extremamente pacientes, pois o nível de detalhamento que pedi não foi pouco. Estava muito satisfeita com o atendimento.

- Se o cachorro + kennel não ultrapassarem 10kg, você pode levá-lo na cabine do avião. Mas observe que o kennel não pode ultrapassar 36 x 33 x 25 (C x L x A). Essas medidas são exigidas pois o kennel precisa caber embaixo do assento do passageiro. Ou seja, somente cachorros muito pequenos conseguem se encaixar nesses padrões.

- Uma dica: para levá-lo na cabine do avião, você não precisa comprar o kennel de plástico (pois ele é mais pesado), pode usar um modelo tipo sherpa-bag.

- Se o cão ultrapassar o peso permitido, ele deverá ir obrigatoriamente no porão.

- Para ir no porão, o cão deve estar acomodado num kennel resistente e com espaço interno suficiente para que ele dê uma volta em si mesmo,  basicamente ele precisa ficar confortável ali dentro. Não é permitido levar comida dentro do kennel, apenas água.

- O cão precisa de um atestado de saúde do veterinário (válido por 10 dias a partir da data de emissão) + carteira de vacinação em dia. Então fique ligado, se a sua viagem durar mais de 10 dias você vai precisar de dois atestados.

- Para viajar com seu cachorro, é preciso pedir autorização da companhia com antecedência. Eles podem confirmar o embarque (ou não) até três dias antes da viagem. No nosso caso, eles confirmaram com bastante antecedência, aproximadamente um mês antes da viagem. Essa autorização é necessária porque há um limite de carga viva para cada avião.

- Algumas companhias aéreas não aceitam cães braquicefálicos, que são os cães de fucinho achatado, como os bulldogs, pugs, etc. Como esses cães podem ter crises de hipotermia e morrer, as companhias preferem não se responsabilizar por eles. A Gol é uma delas.

- A temperatura do avião é controlada, fica em torno de 18 a 25 graus. No entanto, a Tam me informou que na hora de decolar e aterrisar, a temperatura pode subir bastante. Essa informação me passaram somente uma vez, no entanto, foi numa ligação que me passaram direto para um setor responsável pelas cargas, não foi o call center que me informou.

- O momento do transporte de seu cão entre o terminal do aeroporto até a aeronave, não tem controle nenhum de temperatura. A Tam informou que a companhia tem 30 minutos para levar o cão do terminal até a aeronave, basicamente o mesmo tempo que eles têm para embarcar as malas. Trinta minutos num sol de quarenta graus num kennel de plástico, é praticamente um forno. Por isso, dê preferência para voos noturnos. Se o seu cão é braquicefálico, não viaje com ele durante o dia em hipótese nenhuma.

- Acostume seu cachorro com o kennel. Seu cão já ficará ansioso e estressado por estar num ambiente diferente e se você optar por enclausurá-lo somente no dia da viagem, ele ficará mais estressado e ansioso ainda. Nós fizemos assim: compramos o kennel com 3 meses de antecedência e colocamos a cama da Margot dentro dele. Todas as noites ela dormia no kennel, porém com a porta aberta, como se fosse uma casinha de cachorro. Faltando duas semanas para a viagem, começamos a trancá-la gradativamente no kennel. No primeiro dia, a trancamos umas 3 vezes por 5 minutos, depois aumentamos para 10 e assim por diante. Cada vez que a retirávamos, ela ganhava um biscoito como prêmio.

- Outra forma é andar com o kennel dentro do carro. Ele irá se acostumar aos poucos a estar dentro da caixa em movimento e saberá que está seguro. Sempre dê um biscoito ao soltá-lo, ele precisa ser recompensado pelo bom comportamento, especialmente na fase de treinamento.

- Não dê sedativos se o veterinário não recomendar. No caso dos braquicefálicos NUNCA dê sedativos.

- Suspenda a comida no dia da viagem, para evitar vômitos. Isso também evitará que o cachorro faça as necessidades no kennel.

- Para água, você pode usar um bebedouro especial para kennel, porém precisa treinar seu cão para utilizá-lo.

- Chegue no aeroporto com 1:30 de antecedência.

E você, já embarcou com seu cachorro num avião? Que outros conselhos daria?

1. Caixa de transporte/Kennel.

2. Sherpa-Bag ou este modelo aqui.

3. Bebedouro para caixa de transporte Chalesco.

Vai viajar com seu cão? Veja a continuação da história:

O passo-a-passo do embarque.

O desembarque – e a quase tragédia

Página 1 de 212